Quando pude ver seu trabalho SAGRADOS SEGREDOS FEMININOS, foi então que me remeteu a um estado de consciência que vi sendo descrita com muita maestria por PAULO FREIRE, que é mais ou menos assim. "Uma solidão sem magoa, aquela que em grandes momentos de tristeza ou alegria nos sentimos sós na condição de seres humanos despidos de todo o aprendido, ficamos inteiros com a gente mesmo."
28 juil. 2009
Crítica recebida de um colecionador de LeComte
Quando pude ver seu trabalho SAGRADOS SEGREDOS FEMININOS, foi então que me remeteu a um estado de consciência que vi sendo descrita com muita maestria por PAULO FREIRE, que é mais ou menos assim. "Uma solidão sem magoa, aquela que em grandes momentos de tristeza ou alegria nos sentimos sós na condição de seres humanos despidos de todo o aprendido, ficamos inteiros com a gente mesmo."
6 mai 2009
Abrimos espaço para as críticas.
Suas duas ultimas criações – “O Grito” e “Tentações” estão primorosas e lindas. Composição de cores fantástica, detalhes e “vazios” (no “Grito” e na minha “Mascara”) que só você sabe fazer (e isso é uma característica difícil de ver hoje). Esse talvez seja o maior toque de sua genialidade.
Você conseguiu driblar muito bem o “apelo” mais comercial (sem perder a beleza e plasticidade) e se expressar com desenvoltura. Acho que esta em uma linha muito crescente e grandiosa – mesmo com telas de dimensões mais reduzidas.
Apenas quero registrar que achei um “pouco” agressivo o “Grito” por lembrar um grito de horror e não um grito de “exultação”. Não deixe sua ira transparecer tanto – apesar de ser absolutamente necessária e real. Não é uma critica, apenas me agradam mais os melhores momentos da vida.
Ainda, preciso falar sobre o poema que segue sua pintura.
Não concordo com a palavra ”irracionalidade”. Sua obra é completamente racional e de profunda mensagem constatação da vida. Surreal com certeza, porem absolutamente racional, como o grande Dali... (desculpe, mas é inevitável, e considero você um digno discípulo).
E para finalizar , lindas cores – fortes, clara (expressão) e definidas, e em nada em “cima do muro” (posicionadas). Apesar das minhas opiniões , não alteraria em nada sua obra e sua linha. (contestar e desagradar também faz parte).
Parabéns. Brilhante como sempre. Claro como nunca. Muito mais que uma “pintura’ são uma obra de arte na mais pura expressão.
Giacinto Cosimo Cataldo